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angolanOSInstituto Superior de Angola

Segurança

Política de segurança

O aOS destina-se a processar informação do Estado, incluindo informação classificada. As regras abaixo não são recomendações — são condições de aceitação de qualquer contribuição.

Comunicar uma vulnerabilidade

Nunca abra uma issue pública para relatar uma falha de segurança. Escreva para o endereço abaixo, descrevendo o problema, o impacto estimado e os passos para o reproduzir. A equipa acusa a recepção e mantém o contacto até à correcção.

[email protected]

Pedimos que aguarde a publicação da correcção antes de divulgar publicamente os detalhes. O aOS corre em sistemas do Estado: uma divulgação prematura transfere o risco para quem não o pode mitigar.

Princípios de endurecimento

Cadeia de confiança nacional

O arranque verificado assenta na Chave Mestra Nacional, gerada e selada em Hardware Security Module. Não é usado shim de terceiros — a autoridade que assina o que arranca nas máquinas do Estado é angolana.

Isolamento das edições sensíveis

As edições Defesa e Live Forense operam sem rede ou com rede restrita. Nenhuma dependência de rede externa pode ser introduzida nestes perfis, em nenhuma fase do ciclo de vida.

Dupla aprovação em código crítico

Alterações a `infra/pki_hsm/` e a `docs/arquitectura/` exigem aprovação de dois mantenedores principais. Nenhuma pessoa isolada consegue alterar a raiz de confiança.

Regras para contribuidores

  • Nunca submeta segredos. Chaves privadas GPG ou SSH, credenciais e material criptográfico não entram no repositório em circunstância alguma. O varrimento automático de segredos corre em cada commit.
  • Não introduza dependências de rede nas edições Defesa e Live Forense, que operam sob isolamento estrito.
  • Scripts seguros por omissão. Todo o ficheiro .sh começa com #!/bin/bash, declara set -euo pipefail, passa no shellcheck e trata explicitamente os erros de qualquer operação sobre disco ou ficheiros.
  • Builds reproduzíveis. Uma imagem que não pode ser reconstruída de forma idêntica por um terceiro não pode ser auditada — e o que não é auditável não pode ser confiado a infraestrutura crítica.
Ler o SECURITY.md do repositório